Combate ao crime cibernético dispensa leis próprias

O delegado titular do Núcleo de Combate ao Cibercrime, Demétrius Gonzaga de Oliveira (foto), um dos maiores especialistas na área em todo o Brasil, considera que não são precisas leis específicas para combater os crimes virtuais. “Basta que atualizemos e adaptemos as leis vigentes que são eficientes e suficientes”. Ele deu hoje (9/8) um depoimento na Assembleia Legislativa, convidado pelo deputado Edson Praczyk (PRB), onde alertou sobre crimes como pedofilia, tráfico de drogas e falsários de receitas e medicamentos.

Contou uma série de experiências e alertou para o Orkut, que é uma rede infestada de pessoas mal intecionadas. Lamentou apenas que o Nuciber não disponha de mais recursos técnicos para ampliar a eficiência do seu trabalho. Apresentou números que beiram os 100% de solução dos casos onde os peritos buscaram criminosos pelo rastreamento e identificação das máquinas onde operaram. Elogiou a lei criada pelos deputados Ney Leprevost e Marcelo Rangel, que torna obrigatória a identificação dos usuários de Lan Houses, mas se mostrou preocupado com a difusão de redes wireles livres, que são o ponto fraco e de apoio ao crime cibernético. Veja matéria completa.

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