PMs e Civis querem ajustes salariais

O governo do Paraná terá que reprensar as mensagens enviadas para a Assembleia Legislativa sobre a área de segurança e especialmente sobre pagamento de subsídios e reestruturação da carreira dos policiais militares, civis e bombeiros. Um dos temas polêmicos é a exigência de curso superior para início da carreira na corporação, polêmica que ganhou corpo com as declarações do governador Beto Richa, que já refez o seu pensamento.

As entidades das classes, Associação da Classe Policial (Ascepol), Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas (Amai) e o Sindicato dos Escrivães de Polícia (Sindespol), reunidos na manhã de hoje (2/5 – foto de Nani Góis), na Assembleia Legislativa, querem revisão das tabelas remuneratórias, entre outras coisas. O ideal é o cumprimento da Emenda 29, já aprovada em 2010, a partir da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 64, garantindo o pagamento por subsídio em parcela única. Além de manter a Emenda 29, aprovada por unanimidade dos deputados estaduais, o governo precisa oferecer um salário, pelo menos igual ao que é pago para outras carreiras ligadas ao governo. O deputado Professor Lemos, defende que o salário inicial de um soldado de 1ª classe, com a atual proposta, seja de R$ 3.225,99.

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