Desemprego bate todos os recordes

O Brasil já ultrapassou a faixa de 13 milhões de trabalhadores desempregados. Os 13,1 milhões anunciados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em seu último levantamento, compõem o maior índice já registrado no País. Foi uma subida de 13,8% em julho.

Os números da Pnda Contínua apontam 7,2 milhões de pessoas que deixaram o índice de ocupados, desde o primeiro mês da pandemia que atingiu o país. Hoje o número de trabalhadores na ativa é o pior já levantado pelo IBGE.

O comércio foi o que mais demitiu: 1,6 milhão de vagas a menos. Foram 9,7% a menos no quadro de vagas. O setor de “alojamento e alimentação” botou na rua 1,1 milhão neste período, proporcionando uma queda de 23,2%.

Veja outros números: Indústria – 8%, ou 916 mil pessoas a menos; Construção – 9,5%, 559 mil vagas e Transporte, armazenagem e correio – 11,9%, 562 mil pessoas.

Mas áreas como agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais ficaram estáveis no período.

A subutilização da força de trabalho também é a maior já registrada. Os números de empregos com carteira assinada, população na força de trabalho e de trabalhadores domésticos tiveram reduções históricas. Já os desempregados sem a menor esperança de volta ao mercado, que já nem buscam mais colocações somam 5,8 milhões de pessoas.

Mesmo assim o rendimento médio real habitual do brasileiro cresceu, foi a R$ 2.535 no trimestre . O valor apontado é 4,8% maior ao trimestre anterior e 8,6% maior em relação ao mesmo trimestre de 2019.

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